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UGT insistirá para que deputados aprovem a licença maternidade de seis meses

A licença maternidade de seis meses, proposta pela deputada Rita Camata e aprovada por unanimidade por Comissão Especial na Câmara dos Deputados, confirma as expectativas da UGT de legislar a favor da vida e da sociedade. A UGT tem clareza que a licença maternidade traz benefícios diretos para a sociedade, reduz a violência social e a criminalidade e nos garante a possibilidade de criar seres humanos com menor carência afetiva e mais preparados para as adversidades que terão que enfrentar quando adolescentes e na vida adulta.


Além destes aspectos humanos, a amamentação ao longo de seis meses, nos ajudará a ter bebês e mães mais saudáveis diminuindo a sobrecarga dos serviços médicos. E dentro das empresas vai gerar um clima de protenção e de investimento no futuro do País.


Segundo especialistas, outro fator importante que a licença-maternidade ampliada objetiva é a maior ligação entre mamãe e bebê, sobretudo nos seis primeiros meses de vida. Há maior estimulação nas conexões do cérebro do bebê, desenvolvimento físico, emocional e intelectual a curto e longo prazo.


Ou seja, com a licença maternidade de seis meses começaremos a investir no futuro do Brasil a partir das famílias e com a geração de crianças mais saudáveis conseguiremos jovens preparados para uma melhor Educação, que também faz parte das preocupações sociais da UGT e dos setores esclarecidos de nossa sociedade.


Com resultados de médio prazo com impactos perceptíveis na redução da violência e com o aumento da participação social e cidadã, pois os jovens (moças e rapazes) que terão hoje o benefício da licença maternidade de seis meses serão amanhã nossos líderes e trabalharão para a construção de um Brasil mais família, mais comunidade, mais preocupado com os valores relacionados com a vida.

Por estas razões a UGT defende no Congresso Nacional a aprovação da licença maternidade de seis meses. (Ricardo Patah, presidente nacional da UGT)





Fonte: Blog do Patah

Autor: Ricardo Patah

Data: 17/2/2010

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Nota: Permitida a reprodução desde que citada a fonte.
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